Pluspunten
O negócio em que a Qulture está inserido é muito bacana: apoiar o desenvolvimento de pessoas e empresas.
Minpunten
- Modelo de trabalho: a Qulture sempre foi uma empresa “remote first”, porém, após a aquisição feita pela UOL, as pessoas estão sendo repentinamente forçadas a voltar para o escritório, tendo apenas “achismos” da alta liderança como justificativa. - Oportunidades de crescimento: após a aquisição da UOL, apenas pessoas que se fazem presentes (e são de SP capital) possuem reais oportunidades de crescimento. Com a volta para o escritório, a cultura do “quem não é visto não é lembrado” surgiu com muita força. - Cultura do comando e controle e Decisões top-down: a Qulture sempre foi uma empresa de que ouviu muito os colaboradores, tendo realmente uma cultura de “people first”. No entanto, após a aquisição da UOL, a empresa vem se tornando um ambiente cada vez menos colaborativo, adotando a postura do “comando e controle”, onde decisões são tomadas unilateralmente e de forma top-down, sem aberturas para flexibilização ou diálogo. - Baixa empatia com colaboradores: infelizmente a aquisição da UOL transformou a Qulture numa empresa que hoje não olha com atenção para todos os funcionários. Enquanto os times do financeiro e RH foram jogados para escanteio (tendo pessoas com burnout e ataques de estresse), os times de tech mal precisam ir para o escritório, o que vem criando um ambiente interno de privilégios por funções/times. Além disso, quando alguém demonstra qualquer insatisfação sobre alguma coisa, a nova alta liderança da empresa procura silenciar qualquer tipo de detrator, chegando ao ponto de desligar pessoas por trazerem questionamentos em prol do bem-estar do colaborador.